segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Danieli Holoten posta fotos de festa de Walcyr Carrasco

Atriz conta que se acabou de dançar mesmo com cox fraturado.
Elenco de 'Caras e Bocas' compareceu em peso.

Danieli Holoten, de "Caras e Bocas", postou em seu blog, hospedado no Bloglog, fotos do aniversário do autor Walcyr  Carrasco, que reuniu parte do elenco da novela, na última terça-feira, 8. A atriz contou que, mesmo com cox fraturado por um tombo, "se acabou de dançar".

"Como ainda não posso ficar sentada, aproveitei pra me acabar na pista de dança! A seleção musical estava tuuudo!", postou.

Bloglog/Reprodução

Hilana, Karina Porto, Danieli Holoten e Isabelle Drumont cutem festa

Bloglog/Reprodução

Ao lado Hilana e Dener Pacheco, Danieli faz graça com cabelo de Isabelle

A pulseirinha do sexo

Os jovens aderem à moda dos braceletes coloridos – muitos deles sem saber de seu significado.

São pulseiras comuns, que qualquer garota usaria para ir ao colégio, feitas de silicone, em cores vibrantes e de aparência inocente. Mas nos últimos dias passaram a deixar muitos pais preocupados com rumores sobre seu verdadeiro significado. Segundo um modismo que surgiu na Inglaterra e chegou ao Brasil recentemente, arrebentar a pulseira de determinada cor obrigaria o portador da pulseira a se submeter ao ato correspondente àquela cor. Pulseira amarela, por exemplo, equivaleria a um abraço. Pulseira preta, a sexo.

Não se sabe como surgiu esse código nem como ele se espalhou entre os adolescentes. Na Inglaterra, as pulseirinhas ganharam o nome de shag bands (algo como “pulseiras da transa”). Lá também surgiu o jogo chamado “snap” (estouro, na tradução do inglês) e o dicionário de cores (leia o quadro abaixo). O assunto chamou a atenção da imprensa e virou motivo de alarde entre pais e educadores quando crianças do ensino fundamental começaram a usar as pulseiras.

Não demorou muito para a novidade se espalhar pela internet e chegar ao Brasil. Redes sociais como Orkut e Facebook têm comunidades dedicadas aos fãs das pulseiras. Uma delas já reunia 40 mil seguidores na semana passada, a maioria perfis de crianças e adolescentes. Embora seja comum encontrar jovens com o braço carregado de pulseiras, parte deles parece desconhecer seu significado. “Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz a estudante Bárbara Campos, de 15 anos, aluna de um colégio particular de São Paulo. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.”

Vendidas por camelôs em qualquer cidade grande brasileira, a novidade ficou conhecida por aqui como pulseira cool (legal, na tradução do inglês), pulseira da amizade ou pulseira da malhação. Um pacote com 20 unidades, de cores sortidas, custa cerca de R$ 1. Entre os mais jovens e os que não levam o sentido do snap a sério, as pulseiras também resumem o “currículo” sexual da pessoa. Vale a mesma regra das cores: quem já fez sexo pode exibir sua pulseira preta. Os mais “populares” costumam usar a cor dourada.

Como pais e educadores deveriam reagir diante da conotação sexual de uma inocente pulseira de silicone? “Proibir não adianta, porque o adolescente pode se sentir excluído quando vir que os colegas continuam usando”, diz a psicóloga Denise Diniz, da Universidade Federal de São Paulo. “Os pais devem aproveitar a oportunidade para debater sexualidade em casa.” Os colégios se dividem entre proibir ou ignorar o uso das pulseiras. “Acreditamos que esse jogo não passe de um modismo, mas os pais podem e devem impor seus limites, sem alarde”, diz Silvana Leporace, coordenadora educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. Modismo ou não, não custa nada para os pais dar uma olhadinha no que os filhos andam usando no pulso.

Foto: Albari Rosa/Ag. de Notícias Gazeta do Povo

ESTOURO
Adolescentes com as “pulseiras da amizade”. Arrebentar a de outra pessoa é um convite à intimidade

Grazi Massafera e Guilherme Weber: amantes e vilões

Amantes em "Tempos modernos", próxima novela das 19h da TV Globo, Grazi Massafera (Deodora) e Guilherme Weber (Albano) gravaram suas primeiras cenas juntos nos estúdios do Projac (na foto). Eles farão uma dupla de escroques, e prometem protagonizar cenas mais para engraçadas do que para calientes.

Albano será o tipo do vilão atrapalhado e não será apaixonado por Deodora. No fundo, só quer usá-la para tirar todo o dinheiro e ameaçar o poder do empresário Leal (Antonio Fagundes).

Albano e Deodora vão trabalhar em salas secretas que ficarão dentro do Titã, prédio de São Paulo de propriedade de Leal. De lá, eles vão monitorar a movimentação não só do edifício como a de ruas da cidade. Grazi, que fará sua primeira malvada, tem feito até aulas de arte marciais para gravar cenas de luta. A história de Bosco Brasil dirigida por José Luiz Villamarim estreia dia 11 de janeiro.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Filho de Priscila Sol, a Paixão de 'Viver a vida', visita o Projac

Vitor Moura Faria, filho da atriz Priscila Sol, que interpreta a Paixão em "Viver a vida", posou com sua mãe nos estúdios do Projac. O menino, de 6 anos, mora em São Paulo e de vez em quando vem ao Rio para matar a saudade de Priscila. Ele passou o dia se divertindo com a equipe e desenhou com Natália do Vale, a Ingrid da novela de Manoel Carlos. Fofo...

 

A semana em Caras & Bocas

Sabe tudo o que aconteceu na trama de 05/12 a 11/12?

Judith finalmente recebeu um castigo merecido essa semana! Já o milionário Jacques talvez não seja mais tão milionário assim. O empresário mal descobre o culpado pelos atentados que sofreu e já leva um golpe daqueles. O lado bom é que o avô de Dafne se surpreendeu com o gesto de solidariedade de quem ele menos esperava. Destaque também para o amigo de Cássio, que chegou para ficar e para o retorno de Josefa, que não veio sozinha!

Ficou ligado na novela? Acompanhou tudo o que aconteceu? Então faça uma retrospectiva e aproveite para testar seus conhecimentos clicando no quiz abaixo ou CLIQUE AQUI!

E continue atento aos próximos capítulos de Caras & Bocas, pois semana que vem terá um novo desafio!image

‘Pulseira do sexo’ gera polêmica entre pais e educadores em SP

Usuários negam que jogo britânico tenha a ver com uso de adereços.
Colégio particular tradicional enviou recado a pais sobre ‘brincadeira’

Pulseiras dispostas em barraca em SP (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Um e-mail com reportagem do tabloide britânico “The Sun” circula na internet alertando os pais de crianças e adolescentes para um jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido: o Snap. A “brincadeira” funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira.
As pulseiras já são moda por aqui. Baratas e fáceis de serem encontradas – um conjunto de 20 delas sai por, no máximo, R$ 2 –, elas não têm relação alguma com o jogo britânico, segundo usuários. “Pode acontecer isso fora daqui, mas no Brasil usamos só porque é legal”, disse a estudante Camila Perrenchelle, de 20 anos.
De fato, não há evidências de que algo semelhante tenha ocorrido nas escolas paulistas, segundo a Secretaria Estadual da Educação. Mesmo assim, educadores de instituições adiantaram-se à chegada da moda e começaram a tomar providências.
É o caso do colégio particular Marista Arquidiocesano de São Paulo. No fim do mês passado, a direção enviou comunicado aos pais dos alunos intitulado “Entretenimento? Consumo? Manipulação? Exploração de crianças e adolescentes?”. “Pedimos que, com discernimento e serenidade, [...] conversem sobre o melhor posicionamento para seus filhos e filhas”, informa o texto.
Em entrevista ao G1, o diretor educacional do colégio, o professor Ascânio João Sedrez, afirmou que a discussão foi parar também na sala de aula e teve um lado positivo. “Foi interessante. Surgiram pautas muito boas entre alunos e professores e também foi uma boa desculpa para que os pais começassem uma conversa necessária.”
Mãe de duas meninas, Patrícia Paz, de 39 anos, aconselhou a caçula de 10 anos e a adolescente de 13 a deixarem de usar as pulseirinhas na escola onde estudam, no Centro de São Paulo. “Elas usam desde pequenas, mas por precaução vão deixá-las de lado até essa moda passar”, afirmou.
As meninas questionaram a mãe, mas, após uma conversa franca, concordaram em colocar os adereços somente fora do ambiente escolar.
Vendas
Quem não gostou dos alertas sobre o jogo Snap foram os ambulantes que vendem os adornos nas proximidades das escolas. O G1 visitou cinco barracas e em todas a situação é a mesma: desde que começou a circular o e-mail com a reportagem do “The Sun”, as vendas tiveram uma acentuada queda.
“Antes eu vendia de 150 a 200 conjuntos de pulseiras por dia, mas agora não vendo mais do que 20”, disse o ambulante José da Silva Fontes, de 36 anos, que trabalha perto de uma escola na Vila Mariana, Zona Sul da capital paulista.
O vendedor Jean Souza Santos, de 40 anos, também sentiu a diminuição na procura pelo adereço. “Há uns quatro meses, vinham mães com seus filhos comprar. Agora nem as crianças compram mais.” 
Moda passageira
Para o educador Sedrez, o jogo Snap, se chegar ao Brasil, será rápido "como fogo de palha". “A sensação é que há maleabilidade, franqueza aqui. O gingado que o brasileiro tem na questão dos relacionamentos é muito mais solto em comparação aos britânicos.”
Para ele, o jogo pode ser aceito em uma cultura rígida, mas não ganha força em um país em que a sexualidade é tratada com mais naturalidade. “O jogo não se enquadra na nossa cultura. É estranho ao nosso país”, concluiu.

Arquivo BLOG

Hoje, nós do blog caiofsilvaja, iniciamos um novo canal o “ARQUIVO BLOG”, que mostra os principais acontecimentos os fatos marcantes do dia e ano. Ou seja, de qualquer época.

Fatos e imagens que
marcaram o dia 13/12

Reprodução / TV Globo

2001  Vídeo Terroristas atacam Parlamento da Índia

  • ‘Jornal Nacional’ registrou o tiroteio no centro de Nova Déli com 12 mortos e 30 feridos.

Último capítulo de Caminho das Índias.