terça-feira, 5 de janeiro de 2010

ÚLTIMOS CAPÍTULOS

> Bebê de Laís nasce e une Paulina e Zoraide!

Título da Matéria

No capítulo que vai ao ar HOJE, Laís finalmente dá à luz!

O bebê dela com Caco nasce e surpreende a todos que esperavam um menino, pois é uma menininha que vem ao mundo!

“Eu recebi o ultrassom no consultório, mas ando meio confuso com os arquivos, devo ter trocado”, explica-se Ernani.

Animadas com a netinha, Paulina e Zoraide já começam a competição.

A mãe de Laís afirma que a criança já se parece com a avó materna. Já a mãe de Caco contesta, diz que a neta é como a avó paterna!

Laís se revolta e avisa que não quer a filha parecida com nenhuma das duas e coloca mãe e sogra para fora do quarto da maternidade!

E não é que o amor pela netinha faz as duas desafetas se unirem?

“Eu vou, pra não ser enxotada. Você vem, Zoraide?”, pergunta Paulina.

“Vamos, querida, nós carregamos esses dois nove meses e eles não suportam a gente nove minutos!”, Zoraide responde.

Ciúmes fratricida

> Depois de briga, Jorge quer processar Miguel por assédio a Luciana

Título da Matéria

Como era previsto, Jorge não gosta nada de saber que Miguel levou Luciana para tomar banho de mar no Ano Novo, por isso discute com a namorada e sai da casa dela direto para encontrar o irmão. Sobe as escadas ventando e imprensa Miguel contra a parede. Ele não entende nada: “Que brincadeira é essa?”.  Jorge explica, do jeito mais agressivo possível: “Quero você longe de Luciana, por bem ou por mal”.

O que se segue é um briga feia. Jorge diz que chegou ao seu limite, quer Miguel longe de Luciana e está disposto a tudo para isso. Quando a ficha cai e Miguel entende que é mais uma das crises de ciúmes de Jorge, ele tenta contemporizar. Mas Jorge está enfurecido, não quer o irmão como médico de Luciana e, mais, está disposto a denunciar o irmão no Conselho Regional de Medicina por assédio a uma paciente, por aproveitar-se da sua condição de médico para se aproximar dela.

Miguel acha uma loucura tudo isso, mas Jorge colabora pra isso, dá provas de insanidade. Os dois se engalfinham, lutam pra valer. Jorge encontra uma espátula e fere seriamente a mão de Miguel, arrancando sangue. Por conta desse ferimento, Miguel não poderá operar. Ingrid aparece, nervosa, e depois Leandro. Os pais tentam apaziguar as coisas, mas os ânimos continuam acirrados.

Quando sair dali, Jorge vai procurar o advogado para levar adiante a ideia de um processo contra o irmão.

A noite das grandes surpresas

> Helena encontra Tereza bisbilhotando seu quarto

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Pelo jeito o réveillon é a noite dos grandes encontros. Mal sai de uma conversa com Luciana e Helena já se depara com Tereza. A ex-mulher de Marcos está bisbilhotando a casa em que morava, vendo a nova decoração proposta pela nova moradora.

“Desculpe, mas não resisti. Queria dar uma olhadinha na parte de cima”, diz Tereza um pouco sem graça. Helena percebe e a deixa à vontade. Aí, sincera como sempre, Tereza se abre: “Desculpe mas não gostei das mudanças”. Mas o clima não pesa. Não no astral de Ano Novo.

Helena conta que acabou de falar com Luciana e que a conversa foi boa: “Na verdade, eu ouvi, quase não falei”. Tereza pergunta se ela está preparada para receber a filha em sua casa e Helena confirma: “Vou receber Luciana com o maior carinho... E você pode vir sempre que quiser, sem avisar”.

Quanta civilidade!

Um poema sob as águas

< Miguel leva Luciana para um banho de mar no primeiro dia do ano

Título da Matéria

Ao fim do réveillon, dia claro já e depois de tantas emoções, é mais que normal que Luciana sinta-se exausta e peça para ir embora. Ainda que a casa esteja cheia e muita gente continue na pista de dança, se esbaldando, ela já viveu sua cota de tensão e alegrias na festa.

Mas não vai voltar com quem veio. Jorge, àquela hora, continua esparramando num sofá da casa de Helena. Dorme o sono dos que passam dos limites, dos que bebem demais e dão vexame. Mas na falta dele, há ali um gêmeo muito mais atencioso e interessado para fazer as vezes de namorado.

Miguel despede-se de Renata e leva Luciana e Tereza em seu carro. Mas antes de subir, Luciana sente súbita vontade de ver o mar do calçadão. Miguel atende prontamente ao desejo dela e os dois ficam vendo o sol crescer no horizonte. “Parece que esse mar está ali só pra nós dois”, diz Miguel.

Luciana sente o momento especial, não quer nem pensar em dormir. De repente, mais um desejo: entrar no mar. Miguel se espanta: “A garota aí não é de pedir coisa fácil”. Mas ainda assim faz a vontade dela.

Miguel pega Luciana cuidadosamente no colo e seguem em direção ao mar. As cenas que se seguem são pura poesia, só entende quem já amou alguma vez na vida.

Só que tem gente que pode entender tudo errado. Imagine quando Jorge acordar, de ressaca, e souber que a namorada entrou no mar com Miguel enquanto ele dormia?

Beyoncé faz show para filho de ditador líbio

Cantora se apresentou em festa fechada promovida pelo filho de Muammar Khadafy

QUEM ONLINE

Reprodução

Beyoncé fez show em festa fechada promovida por Hannibal Khadafy, filho do ditador líbio Muammar Khadafy, na noite de Réveillon, em St. Barths, segundo o “New York Post”.
A cantora fez um apresentação de uma hora para o filho do ditador, que tem um longo histórico de violência contra as mulheres.
Vestindo um collant preto, Beyoncé cantou cinco canções, no club Nikki Beach, diante de uma plateia , que incluía o marido, Jay-Z, a atriz Lindsay Lohan e Paul Allen, fundador da Microsoft.
A publicação não informa o valor do cachê recebido por Beyoncé, mas especula-se que seja uma quantia em torno de US$ 1 milhão, valor pago a Mariah Carey, que se apresentou na boate, em 2009.

Dennis Carvalho: “A perda de um filho é a pior coisa que pode existir”

Diretor fala sobre a morte de Guilherme, seu filho com a atriz Christiane Torloni

Marcelo Corrêia

Para Dennis Carvalho, 63 anos, nenhum assunto parece ser proibido. Em entrevista a QUEM, o diretor de Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor, nova minissérie da Globo, protagonizada por Adriana Esteves e Fábio Assunção, falou abertamente sobre alguns momentos difíceis de sua vida, como o período em que consumiu drogas e a morte de Guilherme, seu filho com a atrizChristiane Torloni, irmão gêmeo do ator Leonardo Nogueira– hoje com 30 anos –, quando o menino tinha 12 anos, em 1991, em um acidente de carro. “Fui para o fundo do poço”, diz ele. Casado pela sétima vez, há 21 anos, com a atrizDeborah Evelyn, com quem tem Luíza, de 16 anos, Dennis ainda é pai de Tainá, de 27 anos, de sua união com a atrizMonique Alves, que morreu de leucemia, em 1984. Sobre a minissérie de Maria Adelaide Amaral, baseada na vida dos cantores da era do rádio Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, ele fala com emoção. “É a história da música popular brasileira, de dois ícones de uma época que não vivi, mas que meu pai viveu e sobre a qual falava muito, então, foi muito emocionante.”
QUEM: A minissérie mostra as brigas do casal. Foi difícil conduzir a edição para que a história não ficasse a favor dele ou dela?
DENNIS CARVALHO:
Primeiro, surgiu a ideia da Maria Adelaide Amaral, de fazer uma minissérie sobre a Dalva de Oliveira. Ela começou a escrever e sentiu que a história era sobre o casal. A minissérie mostra como eles se conheceram e se apaixonaram, a separação, que foi terrível, a briga deles, que se tornou pública, e vai até a morte de Dalva, por cirrose. Eu não tive o que mexer na edição porque a Maria Adelaide já entregou pronto. Acho que as mulheres vão torcer pela Dalva (risos).
QUEM: O que mais emocionou você nesse trabalho?
DC:
Foi poder resgatar essa história do Brasil. É a história da música popular brasileira, de dois ícones de uma época que não vivi, mas que meu pai viveu e sobre a qual falava muito, então, foi bastante emocionante. E foi muito bonito ver a Dalva existir através da Adriana. É impressionante como elas estão iguais.
QUEM: Existe, na vida real, uma rivalidade entre Bily e Pery Ribeiro, filhos de Herivelto com Dalva, e Yaçanã Martins, filha de Herivelto com Lurdes, sua terceira mulher. Como foi contornar os egos das duas partes?
DC:
Foi delicado, porque estou mexendo em um problema de anos, mágoas, rancores. Mas acho que eles conseguiram se segurar na minha frente. Sei que há um clima meio tenso no ar, no qual não quero me meter, mas conosco não houve nenhum problema.

“FOI UMA ÉPOCA MUITO DIFÍCIL, FUI PARA O FUNDO DO POÇO. AÍ, ENFIEI A CABEÇA AINDA MAIS NAS DROGAS. (...) MAS, GRAÇAS A DEUS, ESTOU VIVO. ESTOU AÍ.”

QUEM: Deborah Evelyn é sua sétima mulher. O que é mais difícil numa separação?
DC:
Acabei ficando especialista em cenas e histórias de separação (risos). Acho que a vida ensina a gente. É muito duro se separar. É difícil, doloroso. Quem vai ficar com o que, com os filhos. Dirigir as cenas de Dalva e Herivelto, nesse sentido, também era algo muito dolorido para mim.
QUEM: O Fábio Assunção veio de uma fase delicada, da luta contra as drogas. Você deu tratamento especial a ele?
DC:
O Fábio é muito meu amigo. Não dei tratamento especial, eu tive muito carinho com ele, como sempre. Esse é o quarto ou quinto trabalho que ele faz comigo e, como eu também passei por esse problema (a luta contra as drogas), fui companheiro. Eu sabia que a volta ia ser delicada para ele, o momento de reencontrar as pessoas. Nesse sentido, tentei dar um carinho maior e deu certo, ele relaxou. Ele dá um show como Herivelto e está muito maduro como ator.
QUEM: Você se reconheceu nele, já que também passou pelo mesmo problema?
DC:
Não me reconheci nele, me reconheci na doença, que é a dependência química, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, e que, se você não tratar, morre. As pessoas mudam, mas a doença é a mesma. Cada um age de uma maneira, extrapola a doença de uma maneira.
QUEM: O que foi mais difícil superar?
DC:
Foi me reencontrar com a sociedade, com meus filhos, com a minha vida, com tudo.
QUEM: Você disse que não usa drogas há 15 anos. Quais as piores tentações pelas quais passou nesse período?
DC:
O que ajudou muito foram as reuniões no NA (Narcóticos Anônimos), que frequentei durante três anos. Eu ia diariamente. Isso dá força para você não cair em tentação. Fora a internação, que durou 40 dias, foi o NA que me ajudou muito nesse sentido.
QUEM: Foi difícil admitir para as pessoas que estava doente?
DC:
Depois que saí da internação não foi difícil. Foi difícil entrar na internação, porque é a doença da negação. Você sempre acha que não está doente, que não é com você, que você não tem problema. Até você aceitar que é doente. Eu vou uma vez por mês ao NA visitar os amigos. E lá é muito gostoso.
QUEM: A Deborah foi fundamental nesse processo?
DC:
Foi fundamental, uma tremenda companheira. Ela sofreu junto comigo e me ajudou muito. Também teve que frequentar o Nar-Anon (programa do NA que se foca no tratamento dos familiares de dependentes químicos), o que foi muito bom. Ela foi uma companheiraça.

“NÃO ME RECONHECI NELE (FÁBIO ASSUNÇÃO), ME RECONHECI NA DOENÇA, QUE É A DEPENDÊNCIA QUÍMICA (...) E QUE, SE VOCÊ NÃO TRATAR, MORRE.”

QUEM: Você também já declarou que se aprofundou mais no problema com as drogas quando perdeu seu filho, Guilherme...
DC:
Foi tudo junto. Acho que a doença vinha crescendo e, com a morte dele, a coisa extrapolou.
QUEM: E a morte dele, você a superou?
DC:
Não, isso a gente nunca supera. A perda de um filho é a pior coisa que pode existir para um ser humano. Porque não é a ordem natural das coisas.Não dá para superar. Tem época que eu me lembro, me dá muita vontade de chorar. Dá muita saudade, até hoje.
QUEM: Você já teve várias perdas...
DC:
No mesmo ano, foi minha mãe (Djanira Carvalho) e meu filho, com diferença de dois meses. E, no ano seguinte, minha mulher, Monique. Foi um período muito difícil, fui para o fundo do poço. Aí, enfiei a cabeça ainda mais nas drogas. Foi a fase mais difícil da minha vida, mas, graças a Deus, estou vivo. Estou aí.
QUEM: O Leonardo sente falta do Guilherme?
DC:
Sente. Eles eram muito ligados. Tanto é que o Leonardo e a Christiane moraram dois anos em Portugal quando o Guilherme morreu, porque eles não tinham condições de ficar aqui no Brasil, de enfrentar as coisas, as pessoas.
QUEM: Como é sua relação com Leonardo? Ele o faz lembrar muito o Guilherme, já que eram gêmeos?
DC:
Claro, fico imaginando como o Guilherme seria nessa idade, desse tamanho. Fico na imaginação e, às vezes, converso muito com o Leo sobre isso. Ele também sente essa curiosidade, de ver como o irmão estaria nessa idade. Mas ele deve estar num bom lugar lá em cima.
QUEM: Você e a Deborah superaram tudo juntos. O que você acha que faltou na história de Dalva e Herivelto para eles superarem juntos?
DC:
Acho que era uma época diferente, em que a ganância falava mais alto. A ganância pelo sucesso, pelo dinheiro... Isso atrapalhou muito o casal. E o Herivelto se apaixonou pela Lurdes. Foi uma traição, acho.
QUEM: E você, já traiu?
DC:
Em outros relacionamentos, algumas vezes, sim. Com a Deborah, não.

Alinne Moraes e Lília Cabral gravam cena de 'Viver a Vida' na praia

A gravação aconteceu na praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio.

Alinne Moraes e Lília Cabral acordaram cedo nesta terça-feira, 5, para gravar a a cena em que Luciana vai à praia pela primeira vez após sofrer o acidente, em "Viver a Vida". As filmagens aconteceram nas areias de Ipanema, na Zona Sul do Rio, e pelas fotos, dá para ver que a cena será um momento de muito carinho entre a filha e Tereza.

Dilson Silva /Ag News

Luciana toma coco com canudo comprido

Dilson Silva/Ag. News

Momento de carinho entre mãe e filha: Tereza abraça Luciana

Dilson Silva /AgNews

Protegidas por guarda-sóis, as atrizes chegam para gravar

Dilson Silva /Ag News

Alinne grava com cadeira de rodas

Último capítulo de Caminho das Índias.