quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Machista acadêmico

Marcos não quer que Helena trabalhe e os dois discutem

Título da Matéria

Marcos não muda. Pra ele, lugar de mulher é dentro de casa, cuidando do marido. Quando algo sai fora desse esquema, é sinal de que há problemas na relação. Machismo acadêmico, que, aliás, Helena detesta. Dia desses, calha de ela dizer que vai passar na produtora. Pronto! Marcos se encrespa logo. “Estou vendo que vamos começar a ter problemas outra vez. Você disse que ia parar com isso”. Helena suspira. Já falaram disso mil vezes, será que precisarão de mais mil pra se entender? Marcos continua, se refere aos amigos de Helena pejorativamente: “Vai se envolver com essa gente outra vez?”.

Ai é a vez de Helena se arrepiar e rugir para cima dele, defendendo os amigos que ele odeia. Discussão clássica de marido ciumento e mulher independente.

Terminam sem uma conclusão, obviamente. Mas Helena deixa claro que ele não deve forçá-la uma decisão que não gostaria de tomar. Ou seja, se ele insistir que ela pare de trabalhar para manter o casamento estável, é bem provável  que não goste das consequências.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Juvenal paga a fiança de Severo!

Ele tira o empresário da prisão

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Se dependesse de Verônica, Severo iria mofar na prisão... Afinal de contas, foi ela quem denunciou o próprio pai para o delegado Salviano. O que nem pai nem filha poderiam imaginar é que alguém teria o poder – e a vontade - de interceder por Severo. Mas é o que Juvenal faz, ao comparecer à delegacia e pagar a fiança de Severo.
Emocionado, Severo faz um agradecimento verdadeiro ao jovem, que responde:
“Não precisa agradecer. O senhor sempre foi tão bom pra mim. Me tirou do orfanato, sempre me deu a maior força! E agora tá pagando meu curso de informática. O senhor é como um pai pra mim, seu Severo!”

Sandrinha sobe a ladeira

O morro recepciona sua mais nova moradora

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Ela já é super conhecida na comunidade, portanto chegar não é problema. A novidade é o bebezinho que traz no colo, o José. O menino ninguém conhece ainda, mas já na subida os moradores fazem questão de saber quem é.

Nas escadas da favela, Sandra distribui acenos e sorrisos. Uma amiga manda que o filho a ajude a carregar a mala. Ali é assim, todo mundo se ajuda. Por isso, ela está felicíssima. Está começando uma nova vida e vai encontrar seu grande amor.

Que ela e Benê sejam felizes. Isto é, se ele abandonar de vezes essa vida errante que costuma levar.

O livro aberto

Helena comenta que houve uma Silvia na vida Marcos; ele não nega

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O papo rola na piscina. Helena recebe Ellen, Ariane e Alice e a mulherada já está na água, buscando refresco pro sol que derrete corpos e paisagem. Marcos prefere ficar de fora, preparando drinques, e, por isso, é motivo de chacota. As moças insistem que ele mergulhe, mas pra fugir da água – ou da tentação  –, Marcos usa uma de suas desculpas clássicas: “É muita sereia para um pobre peixinho”.

Helena não concorda com o diminutivo pro maridão, mas chamam sua atenção: “Olha a propaganda!”. Ariane tem razão. Afinal, as amigas são lindas e estão todas disponíveis.
Helena brinca, diz que confia nas amigas, mas em Marcos... “Sei de tantas histórias suas... Nossa, de arrepiar”.

O comentário só faz atiçar a curiosidade da mulherada e Helena é obrigada a contar, mas adianta: “Nem estou me referindo a histórias que a Tereza me contou... Mas não se esqueça que vivo num mundo que você já frequentou”. Marcos se defende, garante que modelo ele só conheceu duas: Helena e Tereza. Aí, Helena saca um nome que, para Marcos, a princípio, não parece conhecido, mas nos soa familiar: Silvia.

Marcos puxa pela memória, faz um esforço hercúleo e encontra lá no fundo da mente cuidadosamente alojada uma vaga lembrança: “Acho que tive, sim, uma namorada... Ah, me lembro, era modelo”. E diz com tanta franqueza que convence e não provoca aquela sensação de saia-justa comum nessas conversas. Ganha, sim, é elogios como o de Ariane: “A vida do Marcos parece ser um livro aberto”.

Pode até ser, mas aberto em que página?

ÚLTIMOS CAPÍTULOS

Adenor pede Mercedes em casamento! >

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Mais um casal se forma no dia do casamento de Ísis com o borracheiro Dino.

Apesar do empenho de Magaly, Cléo, Lili, Miriam e Edineide, quem pega o buquê da noiva é Mercedes!

Aproveitando a situação, Adenor faz a proposta que a deixa encantada:

“Memê, cê qué casá comigo, minha princesa?”.

Fique ligado! A cena vai ao ar hoje, terça-feira 5/01

Vestida para trair

Carlos dá um ultimato e Betina aceita ir pro motel - disfarçada, é claro! >

 

 

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Xô, tentação!  Xô? Que nada! Afastar tentação da cabeça é coisa do passado para Betina. Aquela indecisão toda, aquele vai-não-vai eterno, acaba quando Carlos avisa que está de malas prontas  e que talvez nunca mais volte. Aí, tudo muda. Betina lutou muito contra esse sentimento. Toda vez que via os olhos verdes na academia travava-se dentro dela uma luta entre o desejo incontrolável e o senso de fidelidade ao marido. Mas agora, pra não endoidar, ela resolve ceder.

Sim, Betina diz sim a Carlos! Chega de jogo duro! Mas os apelos do galã, diga-se de passagem, são decisivos e muito bem colocados. O cara investe pesado. Olhos nos olhos, a boca mais próxima possível da de Betina, quase aos sussurros, ele usa frases como:  “É nossa ultima chance”; “Preciso muito de você”; “Preciso ter você completamente, de maneira total”; “É hoje ou nunca”; “Temos que viver uma experiência, ainda que seja a única, a primeira e única”. Aí é covardia, não acha?

No fim, ainda arremata:  “Vamos pra um motel discreto?”. Betina, que vinha se esquivando como podia, sente explodir o vulcão dentro de si e, sem se conter mais, numa torrente incontrolável, solta as seguintes palavras: “Pois então vamos!”.

Pronto, decidido está. Os olhos verdes de Carlos piscam de felicidade. Mas não é um “vamos”, assim, definitivo. Betina hesita, cisma de marcar o motel pra mais tarde. Antes, vai se consultar com Regina, tomar banho de ervas pra saber se está fazendo a coisa certa e, ainda, vai colocar um disfarce para não correr o risco de ser reconhecida no meio da escapada. No fim, entra no carro de Carlos e os dois rumam para o motel.

E lá, entre quatro paredes, tudo pode acontecer.

ÚLTIMOS CAPÍTULOS

Desmaiada, Dafne é levada por Pelópidas!

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Destruir Dafne! Mais obcecado por sua abelha-rainha do que nunca, Pelópidas coloca o pedido de Judith em prática.

“É a Dafne! Ela tomou tudo da minha abelha rainha. Eu tenho que cumprir a promessa que fiz, porque aí a minha abelha rainha volta pra mim!”, ele diz ao ouvir a voz da loura no depósito da galeria.

Munido de um lenço e uma garrafa, o fugitivo aproveita-se de um momento em que ela está sozinha para atacar!

“Que barulho foi... Pelopidas!?”, Dafne diz, antes de cair desmaiada depois que ele coloca um lenço umedecido em seu nariz.

Com a mulher de Gabriel desacordada no colo, Pelópidas desce as escadas do porão da galeria e a leva para o ancoradouro de um lago subterrâneo que corre pelos recônditos do local.

Em um bote, Pelópidas rema no lago com sua prisioneira.

Fique ligado nos últimos capítulos de Caras & Bocas para saber o desfecho dessa cena emocionante!

Ela vai ao ar a partir de HOJE, quarta-feira, 6/01.

Último capítulo de Caminho das Índias.