terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Veja como será a cena da briga entre Jorge e Miguel em 'viver a vida'

Nos próximos capítulos de "Viver a vida", Miguel (Mateus Solano) passa pelo quarto de Jorge (Mateus Solano) e o arquiteto puxa o irmão para dentro. O médico se assusta e Jorge o imprensa contra a parede, dizendo que quer vê-lo longe de Luciana (Alinne Moraes):
MIGUEL — Calma aí, cara, que é que deu em você?
JORGE — Não de faça de idiota! que você sabe muito bem do que eu estou falando!
MIGUEL — Me larga! Que foi? Bebeu outra vez?
JORGE — Cheguei no meu limite!
MIGUEL — Que limite, cara? O que é que você está falando?
JORGE — A Luciana! Quero você longe dela. Chega pra mim, entende?!
MIGUEL — Que aconteceu, Jorge?
JORGE — Você passou da conta. Tô vendo isso há muito tempo. Todo mundo está vendo. E agora eu resolvi que isso vai acabar.
MIGUEL — Tá enciumado, Jorge? É isso? Tá pensando, por acaso...
JORGE — Não tô pensando, tô sabendo!
MIGUEL — Sabendo o quê?
JORGE — Que você está se aproveitando da situação dela.
MIGUEL — Tá maluco? Ela é minha paciente!
JORGE — Não vai ser mais!
MIGUEL — O quê?
JORGE — Não vai ser mais. Vou falar com o dr. Moretti. Quero você longe da Luciana!.
MIGUEL — Deixa de ser ridículo!
JORGE — Você não perde por esperar!
MIGUEL — Ô Jorge, vê se me larga e me esquece, que eu tenho que sair e não posso perder tempo com você. 
Miguel não consegue desvencilhar-se de Jorge, perde a paciência e dá um safanão no irmão, jogando-o no chão. 

MIGUEL — Falei pra me largar!
JORGE — Eu te mato, Miguel! 
Jorge se levanta e agarra o irmão. Os dois lutam pra valer. 

MIGUEL — Se você falar alguma coisa com o dr. Moretti, me expondo e, principalmente, expondo a Lu, eu é que vou te matar, pra você deixar de ser cretino e ridículo! Ouviu bem o que eu te disse?
Jorge tateia a mesa até segurar uma espátula. Consegue empurrar Miguel e vai com tudo pra cima dele. Os dois lutam um tempo até que Jorge golpeia Miguel, ferindo sua mão. Ele sente o golpe, grita e torce a mão do irmão, fazendo a espátula cair. Eles voltam a rolar no chão, derrubam coisas, fazem barulho. E Ingrid abre a porta, assustando-se com o que vê.

INGRID — Vocês enlouqueceram? Leandro, Leandro! Corre aqui!
Ela se enfia entre os dois filhos, acaba caindo também e Leandro entra, aumentando a confusão. Até que, com muito esforço, pai e mãe conseguem separá-los. Mas a agressão verbal continua.

MIGUEL — Olha o que você fez na minha mão!
JORGE — É pouco! Queria te matar!
INGRID — Ai, meu Deus, quem vai morrer sou eu!
LEANDRO — Parem com isso!
MIGUEL — Você está muito doente, precisa se tratar! Ciúme assassino!
JORGE — Vou acabar com você, Miguel. Acabar com a porcaria de médico que você é.
LEANDRO — Calem a boca!
INGRID — Pelo amor de Deus, acabem com essa briga. O que é que deu em vocês? Enrola alguma coisa nessa mão, Miguel!

Miguel aperta a mão, que está sangrando, com um pano qualquer.
MIGUEL — Ele está morrendo de ciúmes da Luciana comigo. É um cretino.
JORGE — Cretino é você. E eu vou te processar!
MIGUEL — Ah, me processar? Cretino e ridículo! 
JORGE — Vou te denunciar no Conselho Regional de Medicina. Por assédio a uma paciente, aproveitando-se da sua condição de médico. 
LEANDRO — Você está maluco, Jorge.
INGRID — Nunca pensei que fosse ver uma cena dessas!
MIGUEL — Não sabe o que está falando, imbecil. Pensa que está me atingindo, mas é a Lu que você está querendo magoar e fazer sofrer.
JORGE — Você vai ver quanto vai custar o seu atrevimento!
MIGUEL — Tenho uma cirurgia agora. Como é que eu vou fazer?
JORGE — É muito simples: não vai fazer! E assim enterra de vez suas pretensão de grande médico! Vou te denunciar publicamente, sujar o seu nome, cassar seu registro profissional! 
Ingrid dá uma bofetada na cara de Jorge. Ele recua, surpreso.
INGRID — Prefiro te ver morto do que ameaçando seu irmão dessa maneira.
JORGE — Não tem que estar contra mim, mas contra ele!
LEANDRO — Cala a boca, Jorge. Já falou demais. E falou besteira. Cala a boca!
MIGUEL — Eu tenho que ir pro hospital cuidar desse ferimento e ver se consigo alguém pra operar no meu lugar.
LEANDRO — Eu vou levar você.
MIGUEL — Podia ter cortado um tendão, seu idiota!
JORGE — Ah, não cortou? Que pena!
INGRID — Não pensou nisso, não? Que ele podia estar com a carreira de médico liquidada?
JORGE — A medicina não ia perder grande coisa!
Miguel, num gesto rápido, atinge Jorge com um tapão, que acaba pegando em Leandro também. A briga recomeça, com os quatro se envolvendo, Ingrid segurando Miguel e Leandro segurando Jorge. Mas os pais conseguem controlar a situação.
LEANDRO — Vamos embora, Miguel. Tem que ver esse ferimento com urgência.
Miguel volta-se da porta para o irmão.
MIGUEL — Tenho pena de você. Muita pena.
JORGE — Cai fora, doutorzinho de merda!
Miguel ameaça voltar, mas Leandro carrega o filho para fora do quarto. E Ingrid agora chora, desamparada.
INGRID — Não podia ter ferido o seu irmão.
JORGE — Ele é que não podia fazer o que está fazendo! Você foi injusta comigo. Quem sabe até não está contente? Quem sabe toda essa guerra que você faz para me afastar da Luciana não é para favorecer o Miguel? Hein?
INGRID — O que é que você está falando?
JORGE — O que você ouviu. E não temos mais o que conversar.

Cadela salva menino de 11 anos de puma no Canadá, diz polícia

Angel impediu que o felino atacasse o garoto na Colúmbia Britânica.
'Ela é o nosso anjo da guarda', disse o menino Austin à TV local.

A cachorrinha golden retriever Angel virou heroína de uma família na Colúmbia Britânica, no Canadá, depois de salvar um menino de 11 anos do ataque de um puma na noite do último sábado (2).
O puma foi morto a tiros pela polícia. Angel, de 18 meses, salvou a vida do garoto, segundo o relato dos policiais.
O menino Austin Forman tinha ido com Angel pegar lenha nos fundos da casa da família, em Boston Bar, a cerca de 200 km de Vancouver, quando ouviu um barulho estranho e viu um vulto.
O garoto disse à TV local que, inicialmente, pensou se tratar de um outro cachorro. Quando ele viu que se tratava do felino, teve medo e tentou voltar para casa.
Angel, que estava com o garoto, encarou o puma, que era um pouquinho maior que ela. Enquanto isso, o garoto correu para casa e pediu ajuda. A família chamou a polícia pelo telefone de emergência.

Foto: Reprodução

Foto reproduzida da TV local mostra Angel ainda ensanguentada depois do ataque. (Foto: Reprodução)

O policial Chad Gravelle chegou no local um minuto depois da chamada. Ele disse que o puma estava mordendo a cabeça da cachorrinha. Ele atirou duas vezes contra o felino, que continuou o ataque. Depois, ele chegou mais perto e matou o puma com um terceiro disparo.

Foto: Reprodução

O puma, depois de morto pelos policiais. (Foto: Reprodução)

Mesmo depois de morto, o animal continuou com as mandíbulas cerradas na cabeça de Angel. A cadela ficou em silêncio alguns segundos, mas depois deu sinais de que estava bem, e agora se recupera dos ferimentos.

Na avaliação do policial, se não fosse a intervenção de Angel, o garoto teria sido atacado.
"Antes, ela era minha melhor amiga", disse o garoto. "Agora, ela é mais do que isso. Ela é o nosso anjo da guarda."

ÚLTIMOS CAPÍTULOS

Prestes a ir parar na prisão, Frederico implora por clemência de Jacques!

Título da Matéria

O plano de Frederico dá errado e ele perde a Conti de vez.

Para completar, após a denúncia de Judith, que o acusou de ter se apropriado indevidamente do dinheiro da empresa, o advogado pode ser preso a qualquer momento!

Desesperado, ele procura Jacques e implora para que ele retire o processo por fraude:

“(...) Eu devolvo o dinheiro que você depositou, dou a mansão, faço qualquer acordo. Mas não me faça passar os meus últimos anos de vida na cadeia!”.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Estréia Hoje: Dalva e Herivelto : Uma canção de amor .

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Por dentro da Globo | direto dos estúdios

Boletim jornalístico

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O paparazzo misterioso volta a postar fotos da professora Letícia Delícia no blog do Primeira!

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Prédio mais alto do mundo fica em Dubai. Quer conhecer? Clique aqui!

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Vídeo Game tem novos participantes! Entre na torcida!

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Confusão à vista: para atingir Rose, Verônica decide apoiar a carreira de modelo de Glória.

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Judith pede para que Pelópidas destrua Dafne. Fique ligado!

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Veja como lugares como o Cassino da Urca e a Rádio Nacional foram reproduzidos para a minissérie.

O ódio secou

Pela primeira vez depois do acidente, Helena e Luciana juntas

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Tanto Helena quanto Luciana haviam confessado ansiedade com o encontro, mas ambas sabiam que ele seria inevitável. Uma hora ou outra as duas teriam de cruzar os olhares de novo, e aí trazer à tona todo aquele sentimento ruim, o acidente em Petra e suas trágicas consequências, o rancor, a fatalidade. Como seria? A resposta vem pouco antes da meia-noite, às vésperas de um novo ano.

Helena entra num quarto da casa e se depara com Luciana, sentada sozinha na cadeira de rodas. As duas começam um diálogo que não parece ser um começo, mas uma continuação, de uma história cujo fim parece distante. Falam da casa, a princípio, das lembranças de Luciana, da nova realidade a qual ela está tendo que se adaptar. Luciana confessa o desejo de conversar com Helena para “saber se está com pena de mim pelo que aconteceu”. Pena Helena diz não ter, mas confessa que trocaria de lugar com ela naquele ônibus se isso fosse possível.

Luciana a corta: “Você não sabe o que estar aqui sentada nessa cadeira de rodas”. E emenda dizendo ter sentido muita raiva de Helena, ódio mesmo. “Culpei você por tudo o que aconteceu... Quis que você morresse... Que acontecesse com você o mesmo que aconteceu comigo”. Mas agora entende que tudo isso é passado: “Desisti de te odiar”.  O tom confessional continua: “Tive inveja do seu sucesso... e ciúmes por ter se casado com meu pai”.

Sobre a briga que tiveram antes do acidente, Luciana também fala. Ela admite ter tocado no aborto que Helena fizera na juventude porque sabia que isso ia feri-la mais do que qualquer coisa. Era como um trunfo que poderia ser usado a qualquer momento, e foi.

Luciana não se diz arrependida de nada, mas o clima entre as duas é visivelmente de reconciliação. Não se atiram uma nos braços da outra, mas pelo menos já se encaram como pessoas civilizadas. O tempo há de cuidar das feridas.

A hora da ceia

Luciana não faz vergonha ao cear com a família; Jorge bebe demais

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Nesse réveillon, o que não falta para Luciana são encontros. Depois de uma conversa tensa com Helena, em que fala mais do que ouve, abre o coração e diz que desistiu de odiar, ela sai bastante aliviada. É como se tirasse um peso enorme da alma, pouco antes da meia-noite.

Bem, mas terminada essa etapa inevitável, é a vez de Luciana curtir mais a noite. Ela se senta na mesa com os pais, a enfermeira, Jorge e Miguel  – e se prepara para cear. E mais uma vez vira a estrela da noite, atraindo olhares de todos.

No entanto, mais treinada no uso das adaptações necessárias para ter autonomia à mesa, Luciana não passa vergonha. Todos admiram muito os progressos, menos Jorge, que está visivelmente desconfortável, bebendo mais do que costuma.

Miguel vai cobrá-lo mais tarde e quase os dois se desentendem.

 

Luciana temia muito atrair a curiosidade mórbida das pessoas, ser observada com aquele misto de pena e falsidade, mas o fato é que ela curte muito a noite. Só fica chateada ao ver Jorge desabar num sofá roncando. “Acho que ficou deprimido por minha causa”.

Disso, não há dúvidas

Último capítulo de Caminho das Índias.