quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mariah Carey distribui autógrafos no Rio de Janeiro

Cantora está na cidade para participar do Fashion Rocks.

Evento de moda e música acontece sábado (24) no Jockey Club.

 

Foto: AgNews

Mariah Carey distribui autógrafos no Rio de Janeiro. (Foto: AgNews)

Foto: AgNews

A cantora Mariah Carey no Rio de Janeiro, nesta quinta (22). (Foto: AgNews)

Foto: AgNews

Nick Cannon, marido de Mariah Carey, também está no Rio. Cantora se apresenta no Fashion Rocks. (Foto: AgNews)

Americano-iraquiano é acusado de atropelar filha 'ocidentalizada demais'

Faleh Hassan Almaleki não concordava com o estilo de vida da filha.
Noor Faleh Almaleki, de 20 anos, está hospitalizada em estado grave.

Noor Faleh Almaleki, a vítima, em foto publicada
                pelos jornais americanos. (Foto: Reprodução)

Noor Faleh Almaleki, a vítima, em foto publicada pelos jornais americanos. (Foto: Reprodução)

A polícia do Arizona está à procura de um americano-iraquiano suspeito de ter atropelado sua própria filha por acreditar que ela estava ficando "ocidentalizada" demais e não vivia mais de acordo com os valores tradicionais muçulmanos.
Segundo a polícia de Peoria, subúrbio de Phoenix, Faleh Hassan Almaleki, de 48 anos, morador de Glendale, supostamente atacou a filha na terça-feira (20) em um estacionamento.
A vítima, Noor Faleh Almaleki, moradora de Surprise, foi hospitalizada com ferimentos graves.

Outra mulher, Amal Edan Khalaf, de 43 anos, também se feriu, com menos gravidade.

As duas eram colegas de quarto, e Noor namorava o filho de Amal, segundo a imprensa local.

 Foto: AP

O iraquiano Faleh Hassan Almaleki, de 48 anos, em foto divulgada pela polícia de Peoria.

Mike Tellef, porta-voz da polícia, disse que familiares e amigos da vítima confirmaram aos investigadores que o pai já havia ameaçado sua filha antes por conta de seu estilo de vida.

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Cobra aproxima Bruno e Helena

Tudo acontece em um passeio nas ruínas de Jerash

Título da Matéria

Helena e Luciana chegam à Jordânia e já no aeroporto de Amã descobrem que são celebridades. Têm apenas um dia na cidade antes de seguirem para Petra. Louca pra conhecer os monumentos,  Helena quer aproveitar pra ir até as ruínas de Jerash. Cansada, Luciana resolve ficar no hotel. Helena vai sozinha com sua câmera disposta a registrar tudo.

Ela passeia pelo que foi uma cidade romana há mais de dois mil anos e fotografa tudo. De repente, se depara com um homem misterioso. Ele também tem uma câmera na mão. Helena percebe que esse homem se interessou por ela e resolveu segui-la. Será um bandido?

O lugar está vazio e seu medo aumenta, o homem sempre atrás dela. Helena apressa o passo e – opa! – tropeça e cai. O homem corre

para socorrê-la e Helena grita em inglês: “Se afaste de mim”. Mas Bruno se revela brasileiro e, cavalheiro, oferece ajuda.

Aquele homem bonito de certa forma perturba Helena. Ele explica que não teve intenção de assustá-la, apenas se interessou em seguir uma mulher famosa. Helena agradece e recusa a ajuda dele.  Mas, poucos metros a frente, vê uma cobra e solta um grito, agora de terror!

Bruno afugenta a serpente e conquista a confiança da modelo. É o início de uma amizade... Ou seria de algo mais?

 

 

A garrafa enrustida

Tereza flagra Renata na madrugada com garrafa de vodca

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Não basta que caia e se machuque pra tomar juízo. Renata quer mais é tomar vodca!É disso que sente falta.  Juízo, que é bom, fica pra qualquer outro dia. Quando estiver mais disposta, talvez. Não nesta noite. Depois do vexame que passou o maior na faculdade, na casa de Tereza, com as amigas etc., dos ferimentos, do sermão de Miguel, nada como um golinho pra relaxar. Isso! Ideia fixa na cabeça, Renata se levanta naquela madrugada e, sorrateiramente, e se esgueira até onde ficam as bebidas. É bom lembrar que Renata ainda está na casa de Tereza, e está ali passando a noite justamente para ficar longe das... bebidas.

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Mas como descansar sem um golinho? Renata vai tateando pelo corredor, passa pelo quarto de Tereza. A porta está aberta, mas Tereza dorme. Oba, barra limpa! Ela segue, esbarra aqui e ali, mas encontra as garrafas. Abre a vodca, toma um gole, estala a língua. Outro gole, maior: – agora sim! Deixa a garrafa, no mesmo lugar pra não levantar suspeitas e sai. Mas antes do segundo passo se arrepende. Melhor levar logo a garrafa toda, por que não? Talvez sinta sede mais tarde, aí... E com a garrafa debaixo do braço volta pelo mesmo caminho.

O lobo com ciúmes

Marcos e Helena discutem por telefone

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Ainda que esteja em Búzios sozinho, descansando, longe dos problemas; ainda que desfrute da companhia e dos beijos de Dora, Marcos não está nada satisfeito. Não assimilou direito a viagem de Helena. Não está acostumado a mulheres livres, que ditem o próprio rumo. Tereza ele a mantinha no cabresto. Com Helena a coisa é diferente. Será capaz de se acostumar?

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Bem, no futuro até que pode ser. Não agora. O exemplo é a reação que ele tem quando recebe um email de Luciana. Não sabemos se por ingenuidade ou veneno mesmo, Luciana manda pro pai as fotos do jantar que tiveram em Paris, com Fernando e Carlos. Ver Helena feliz da vida ao lado daquele sujeitinho abusado, o tal que dançou com Helena na lua-de-mel, deixa Marcos estalando de raiva. Na primeira oportunidade que tem de falar com ela pelo telefone, ele é extremamente irônico. 

A conversa é truncada, cheia de ataques e defesas, pausas e constrangimentos. Ele reclama que tem tentado ligar sem sucesso; ela rebate que foi passear na cidade. “Sozinha?”. ”Sim”, ela responde. Mais pausas, mais constrangimentos. Ela percebe que ele tem algo a dizer até que ele diz. “Recebi as fotos”. Ela não entende: “Que fotos?”.  As de Paris, ele explica. Helena gagueja um instante. Claro, as fotos do jantar com Carlos! Marcos espeta: “Mulher de sorte... pela segunda vez vai a Paris e encontra o velho e bom amigo... Sem querer, é claro”. Helena reage à ironia e descobre que foi Luciana quem mandou.

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Despedem-se friamente, um clima pesado, de desconfiança de ambas as partes. E não é quem ambos têm razão?

Cada vez mais próximos

Bruno e Helena descobrem paixão em comum: a fotografia

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Na tarde das coincidências, Bruno e Helena vão se reencontrar para aí, sim, conversar melhor. Dissemos coincidência, mas não será sorte? Ou, então, destino?  Bruno lança a dúvida, mas, talvez para esconder seus verdadeiros sentimentos, Helena diz que é  apenas coincidência mesmo. Quer evitá-lo, mas algo mais forte que eles teima em aproximá-los. 

É Helena quem puxa conversa. Confessa que a fotografia é uma de suas paixões e que, agora que está para abandonar a carreira de modelo – o desfile em Petra, ela diz, vai ser sua despedida – está disposta a se dedicar mais a essa atividade.  Ela fala no marido e Bruno se surpreende que ela seja casada. Acha que é muito jovem pra isso, mas depois se explica melhor. Diz que ela parece “uma mulher livre, sem compromisso”.  Helena concorda que é livre, mas não sem compromissos:

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“Respeito todos eles”.

Bruno também fala de si. Além de fotógrafo, trabalha como guia. Na verdade, ele diz, sua profissão é a aventura, “mas meu ofício é... viver”. Ele mostra as fotos que fez e ela constata que só há fotos dela. De repente, Helena se toca de que está próxima demais daquele homem, um estranho, e, num impulso, se levanta e diz tchau.  Bruno não entende e se despede.
Mas não será a última vez que se veem, pode estar certo

Último capítulo de Caminho das Índias.